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Bispo Ivan Abrahams do Conselho Mundial Metodista prega no dia 17 de Maio. Foto de  Mike DuBose, UMNS

Foto de Mike DuBose, UMNS

Bispo Ivan Abrahams do Conselho Mundial Metodista prega no dia 17 de Maio.

Bispo Abraham exorta para comprometimento Wesleyana aos marginalizados

Por Linda Bloom
16 de Maio de 2016 | PORTLAND, Ore. (UMNS)

O conceito de “império” tornou-se uma realidade do seculo 21, diz Bispo Ivan I. Abrahams, o líder máximo do Conselho Mundial Metodista, e os Cristão devem ter cuidado aos se comprometerem com qualquer coisa que não seja Jesus.

No seu sermão de 17 de Maio, a Conferencia Geral 2016, em Mateus 18:10-14, Abrahams, membro da Igreja Metodista da África Austral, usou o subtema, “Ide em de Jesu de Palestina e não Jesus de Constantino.” Ele convidou a Conferencia a discutir o tipo de igreja a discutir o tipo de igreja que queremos ser: a igreja do “menor destes” ou a igreja do status-quo.

O povo da palestina esteve sempre na busca da Liberdade, ele sublinhou. “Esta procura pela liberdade gerou muitos movimentos Messiânicos, e é contra este histórico que temos perceber que Jesus veio para iniciar uma nova comunidade de irmãs e irmãos em havia uma relação ‘egalitariana’, um sinal do reino de Deus.”

Tal como Jesus levantou-se contra Cesar, as comunidades Cristas primitivas, muitas delas vindas classe económica baixa, “reputadas da dominação e tirania Romana,” disse Abraham. “Elas desafiaram o senhorio de César, e por esta razão eram severamente perseguidas”.

Porém, em 313 AC., O imperador Constantino promulgou o Edito de Milão, o qual procurou “ganhar os corações e mentes dos Cristãos e trazer coesão, tornando o Cristianismo uma justificação para as guerras santas. Doze anos mais tarde, Constantino institucionalizou a fé como uma religião do estado. “Tristemente, a igreja, seduzida pelos politicamente fortes, endossou os stauts quo,” disse Abrahams.

A partir daquele período, ele declarou, história foi poluída com exemplos da igreja construindo seus próprios impérios. “Ir em nome de Jesus de Constantino é viver confortavelmente com os pobres, prestigio e ganho ouvir as vozes dos ‘menores estes’, disse Abraham, colocando lucro antes das pessoas e pregando Cristo sem cruz.

 Since that time, he declared, history has been littered with examples of the church building its own empires. “To go in the name of Jesus of Constantine is to live comfortably with power, prestige and profit failing to hear the voices of the ‘least of these,’ Abrahams said, placing profit before people and preaching Christ without the cross.

‘Os pobres não têm sapatos’

 “Quantas vezes ouço pessoas a dizer que os pobres se levantar com as cordas das suas próprias botas?” Acrescentou ele “Quão cruel isso e pois as pessoas não percebem a realidade? Muitos dos pobres não possuem sapatos.”

“How often do I hear people say that the poor need to pull themselves up by their own bootstrings?” he added. “How cruel is that because people don’t understand reality? Most of the poor don’t have shoes.”

“Desde o seu nascimento — na manjedoura “onde qualquer um e todos, mesmo os animais, eram bem-vindos” — Jesus da Palestina foi acessível a todos, realçou o bispo.

 “Ir em nome de Jesus de Palestina, não e chama para piedade e patrocínio mas sim um convite para a justiça,” declarou. Os pobres não pobres por algum acidente histórico, e as suas vidas não devem ser hipotecadas as companhias multinacionais que servem os ídolos das políticas económicas neoliberais numa economia de casino.”

A salvação esta ligada a nossa resposta ao menor destes, disse Abrahams, e isso significa testemunhar a Jesus de Palestina for a dos santuários das igrejas. “Ele e o Senhor de todas esferas da realidade, a nossa vida social, política, cultural e económica,” sublinhou.

“Jesus exige discipulado oneroso e espiritualidade que sente a dor do mundo,” disse Abrahams. “Toda a Teologia Crista e uma teologia publica moldada na bigorna da justice para todos os marginalizados.”

Esse e o caminho que seguidores de Wesley precisam redescobrir e reafirmar. “O historiador David Hempton argumenta que o Metodismo era religião para pobres, um movimento da parte inferior da história, que procurou transformar o mundo através do fortalecimento de pessoas comuns, “disse ele. “O movimento consistiu predominantemente de mulheres, e cantar era uma forma de fazer teologia pública. O Metodismo era comprometido com os marginalizados.

“Conferencia,” perguntou ele, “será isto ainda verdade para nos hoje?”

Bloom is a United Methodist News Service multimedia reporter based in New York. Follow her at https://twitter.com/umcscribe or contact her at (615)742-5470 or newsdesk@umcom.org